quarta-feira, dezembro 18, 2024

ÂNCORAS

Ao despir-se do naufrágio Ao ouvir -se sobre as ondas Teu silêncio... tal areia Corre na boca dentro do mar .. Ouço a voz vir à sina. Ao sol pôs-se o adágio Ao vértice da criatura Até que todo azul possa cobrir a aldeia Um traço marinho ... Enseada, canoa, jangadas e anzóis! Aos pés úmidos, secas flor de sal E Vênus remando, ccontrario Aos cotovelos, o sudario futuro Ver-se por entre caminhos ou qualquer atalho Aos SEGREDOS, ás claras , à luz Deste as pedras, as contas... o relicario Sopras as tuas velas Há um porto afinal! ÂNCORAS 𝓮𝓻𝓱𝓲 𝓐𝓻𝓪𝓾𝓳𝓸

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